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sábado, 20 de julho de 2013

Da Campânula Ao Clarinete | Maria Albertina Natividade da Purificação

 
 
 

Da Campânula Ao Clarinete! I Parte | AO MIGUEL
 

Procuraste o meu sorriso
Nem sabes como o esbocei
Senti-me no paraíso
Com o arranjo que encontrei
 

Da campânula ao barrilete
Estremeci embevecida
Na boca do clarinete
Mas que belo desenlace
Harmonizada florida
Como se alguém o tocasse
 

A amizade tem magia
Lestes o meu pensamento
De certo por empatia
De uma forma altruísta
Floreaste-me o sentimento
Com a tua alma de artista
 

Ai pois quem meus filhos beija
A minha boca adoça
Que Netuno te proteja
Obrigada amigo meu
Por esta lágrima grossa
Nesse dom que Deus te deu
 
 
Da Campânula Ao Clarinete II Parte | AO MIGUEL
 
Fiquei pois enternecida
Com essa tua lembrança
E pus-me tão entretida
Que quase que a sei de cor
Cheia de perseverança
A olhar em pormenor
 
E senti-me acarinhada
Com tal criatividade
Confesso que deslumbrada
Com tão distinto louvor
E enchi-me de piedade
Por esses “beijos” de amor
 
Uma vez mais te agradeço
O teu gosto requintado
E se acaso o mereço
Alegra-me o sentimento
Esse teu lenço bordado
De um refinado talento
 
Que seja maravilhoso
Pois tem um dia vivaço
No teu jeito carinhoso
Chega-me cá um abraço
 
São as riquezas da vida
A Amizade, o Amor à Arte
Ai, deixam-me tão comovida
Pois se de mim fazem parte
 
 
(Ilustração/Arte de Miguel Matos)
 
 
 



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