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sábado, 20 de julho de 2013

Ao Miguel VI | Maria Albertina Natividade da Purificação



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 AO MIGUEL


Cada qual com o seu talento
Faz a sua intervenção
E de momento a momento
Vai esboçando um ideal
Tanto a título da nação
Como a nível mundial

Proclamamos a justiça
E ainda a liberdade
E se nos derem premissa
Regalias sociais
Pois damos prioridade
Às escolas e hospitais

Não somos futebolistas
Já que eles são habilidosos
Nós somos antes artistas
E por sinal geniosos

“E o povo é quem mais ordena”
Ensina aí no Brasil
“Grândola vila morena”
A esse povo gentil

E fazemos manifestos
A favor da igualdade
De políticos honestos
Ai, p’ra onde é que eles andarão
Se só se ouve, é verdade
Falar em corrupção 

Também sou licenciada
Pois ando por estas selvas
Por sinal matriculada
É por isso que respingo
E estou do lado do Relvas
Tirei o curso ao domingo

Novas oportunidades
Num instante me doutorei
Ao contar as novidades
E sempre com muita audácia
Tantos remédios tomei
Que me formei em farmácia
 

Esta singela poesia foi escrita inspirada na obra do grande artista de intervenção política/social intitulada ANONYMUS PRESIOSOS,  p´la ti Maria Albertina. Beijinhos meus ricos filhos d`Aquém e d`Além Mar!

 

 
Ilustração/Arte de Miguel Matos

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